[caption id=”attachment_363” align=”aligncenter” width=”450” caption=”Olá, meu nome é Geir Olav Brath, e o seu???”]
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Eu já esperava um filme da mesma qualidade que o primeiro, mas me surpreendí de novo: Fritt vilt 2/Cold prey 2 consegue nos apavorar na mesma proporção. Desde que assisti o primeiro, fiquei ansioso aguardando a sequencia (eu assisti o primeiro em 2008, quando já estava às vésperas do lançamento deste segundo), e foi uma experiência muito diferente do que eu esperava. Os noruegueses mostraram que aprenderam a cartilha dos filmes de horror, e aproveitei pra postar este filme na semana de lançamento do terceiro (!!!), por isso, estou postando um filme de 2008, em meio a tantos lançamentos e filmes bons de horror em cartaz e chegando nas locadoras.
Compartilho de grande parte das opiniões que lí na internet, este filme não supera o primeiro, mas com certeza, vale cada minuto.
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Cold prey 2/Fritt vilt II nos remete primeiramente aos fatos do final da produção anterior, quando a fodástica Jannicke consegue finalmente detonar com o psicopata Geir, jogando-o na vala onde ele passou grande parte da vida sabe-se-lá-vivendo-do-quê , e então, é socorrida e levada ao hospital. No primeiro filme, ela acorda no hospital vazio, e o filme acaba, então temos um cross-movie, onde vemos de forma mais completa os fatos mostrados nos últimos minutos do primeiro filme (provavelmente, a parte 2 já estava com roteiro pronto desde o primeiro), e daí, tudo se desenrola aceleradamente, ao mesmo tempo em que acompanhamos as histórias paralelas dos médicos, e do xerife-delegado, sei lá, investigando o passado de Geir, o psicopata.
Nesta sequencia, contamos também com o elemento surpresa sobrenatural, pois é claro, ninguém fica congelado numa vala, é resgatado sem batimentos cardíacos, e de repente, sai por aí dando picaretada a torto e direito como se tivesse tirado um cochilo e acordado de mau humor. Geir já não pode ser considerado um psicopata natural, mas uma figura que foge às explicações habituais, à la Michael Meyers (Halloween 1,2,3,4,5…), mas de forma mais misteriosa ainda. O resto, você tem que assistir mesmo, senão, eu vou tirar o doce da boca das crianças, e estragar tudo. Mas repito: Vale sim, cada minuto, mas agora, sabemos o que está sendo enfrentado, e temos como vantagem, conhecer e gostar da mocinha sobrevivente do primeiro filme; isso, é ponto para a produção; e o filme está mais pra perseguição e ação do que pra um slasher propriamente dito.
E atenção: em novembro (2010), está estreando a parte 3, um prequel inteligente e bem bolado contando os fatos anteriores ao primeiro filme, e as críticas européias são muuuito favoráveis, acredite.
Gostei: Da morte do médico safado, da velhinha que sempre tava ali pra atrapalhar, do molequinho que fez Jannicke parecer mais humana e boazinha, e do Geir!!! Entra pra minha seleção de ídolos psicopatas que eu torço pra se darem bem e matarem todo mundo até o final do filme.
Não gostei: Da falta de explicações pra “ressurreição” súbita de Geir, mas às vezes, uma explicação acaba até estragando toda magia de um filme de horror bem elaborado. E também, de um ou outro que eu simpatizei, ter morrido nos últimos vinte minutos.
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Trailer oficial:
Assista os 10 primeiros minutos:
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